O fim dos orelhões no Brasil: um símbolo da comunicação que entra para a história
Rafael Saturno / Técnico em Informática ® – RS Tech
O ano de 2026 marca uma mudança significativa no cenário urbano e tecnológico do Brasil: o início da retirada dos orelhões das ruas, consequência do encerramento das concessões da telefonia fixa. Com a nova regulamentação, as operadoras deixam de ser obrigadas a manter os telefones públicos, dando início à remoção gradual desses equipamentos que fizeram parte da vida de milhões de brasileiros.
A retirada dos telefones públicos
A partir de janeiro de 2026, cerca de 30 mil orelhões começam a ser retirados em todo o país. Segundo dados do setor regulador, hoje restam pouco mais de 2 mil aparelhos em funcionamento, concentrados principalmente em regiões onde não há outra alternativa de acesso à telefonia.
Esses poucos equipamentos remanescentes devem permanecer ativos apenas em locais específicos, possivelmente até 2028, garantindo comunicação mínima em áreas isoladas ou com infraestrutura limitada.
Muito mais que um telefone
Durante décadas, o orelhão foi sinônimo de segurança, urgência e conexão humana. Para muitas famílias, saber que havia um telefone público próximo representava tranquilidade em casos de emergência.
Além disso, o orelhão era ponto de referência nas ruas e bairros. Servia como local de encontros, avisos rápidos, chamadas importantes e até reconciliações feitas às pressas. Em um tempo sem celulares, ele cumpria um papel social essencial.
Os cartões telefônicos e a memória afetiva
Outro elemento marcante dessa era foram os cartões telefônicos, que evoluíram de simples ferramentas de ligação para verdadeiros objetos culturais. Com estampas temáticas, campanhas educativas, datas comemorativas e paisagens brasileiras, muitos se tornaram itens de coleção.
Até hoje, esses cartões guardam a memória de uma geração que aprendeu a se comunicar de forma diferente, planejando ligações e controlando cada minuto da chamada.
Um marco na história da comunicação brasileira
A chegada dos orelhões ao Brasil representou um avanço importante na democratização do acesso à comunicação, especialmente em cidades menores e comunidades afastadas. Eles permitiram que mais pessoas tivessem contato com parentes distantes, serviços de emergência e informações essenciais.
Com o avanço da tecnologia, a expansão da telefonia móvel e o acesso cada vez maior à internet, os telefones públicos perderam sua função prática. Ainda assim, permanecem como símbolos de uma época em que a comunicação pública transformou o cotidiano do país.
Tecnologia que evolui, histórias que permanecem
O fim dos orelhões não representa apenas a retirada de um equipamento urbano, mas o encerramento de um ciclo importante da história tecnológica brasileira. A comunicação evoluiu, ficou mais rápida e acessível, mas a memória desses aparelhos permanece viva no imaginário coletivo.
Na RS Tech – Rafael Saturno / Técnico em Informática ®, acompanhamos essas transformações e valorizamos a história da tecnologia, entendendo o passado para ajudar pessoas e empresas a se adaptarem ao futuro digital.
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